T odos concordam que a necessidade é a mãe da invenção , não é?! mais do que uma frase de Platão, podemos ver essa teoria se aplicando diar...

Como surgiram as coisas

Todos concordam que a necessidade é a mãe da invenção, não é?! mais do que uma frase de Platão, podemos ver essa teoria se aplicando diariamente em invenções e modernizações cada vez mais complexas no mundo em que vivemos --um exemplo é a diminuição do computador, antes gigantesco, hoje um pequeno aparelho que cabe na palma da mão.

Porém este artigo não tratará de tenologia; muito pelo contrário: falaremos como surgiram três coisas no mínimo arcaicas, mas, que ainda é muito, mas muito utilizado, mesmo já tendo se passado muitos anos de suas respectivas invenções.


Chicletes
O chiclete parece ser uma invenção moderna, mas ele existe há mais de 3000 anos. O primeiro registro que se tem de algo que foi feito para ser mascado, mas não engolido, é de uma casca de alcatrão encontrada da Finlândia. Acredita-se que essa planta tenha efeitos antissépticos e outras vantagens medicinais.

Entre essa data e os tempos modernos, os povos nunca abandonaram suas gomas, que, na grande maioria dos casos, nada mais eram do que folhas ou cascas de plantas. 
O chiclete moderno surgiu em 1860 e era feito de um borracha mastigável. Mais tarde, por volta de 1899, a famosa empresa “Chiclets” entrou no negócio criando gomas saborizadas, que se tornaram uma paixão mundial.

Hoje em dia, as gomas de mascar são feitas de borracha, cera de parafina e também de ceras derivadas do petróleo. Não de couro de boi, como muita gente pensa. 

Antes de seguirmos, poderia curtir nossa página? <3 (não custa nada! clica, vai!)

Lápis
Durante a maior parte de sua história, a humanidade usou tintas feitas de plantas, rochas e diversas outras coisas para escrever. Mas isso dava trabalho, sujava as mãos e não permitia uma escrita pequena. Somente por volta de 1500 que, devido a um golpe de sorte, nós descobrimos o grafite.

Em um longínquo povoado inglês, os moradores encontraram uma mina, onde existia grafite em forma sólida. Em pouco tempo, eles descobriram que aquele material era ótimo para escrever quantas ovelhas possuíam. Porém, logo em seguida, a mina de grafite foi tomada e fechada por comerciantes, que desejavam vender o material para ser usado em moldes de bolas de canhão.

O grafite para ser usado na escrita tinha que ser contrabandeado, mas por ser muito frágil, o trabalho tornava-se difícil. Para evitar esses problemas, os vendedores envolviam o material em pedaços de corda ou pele de carneiro, criando os primeiros protótipos de lápis.




Zíper
Até 1912, as pessoas precisavam abotoar todos os botões de seus casacos e das calças, pois o zipper não existia. Os primeiros passos em direção a criação dessa ferramenta foram feitos em 1893, na Exposição Mundial de Chicago. Um engenheiro americano criou um sistema de ganchos que se prendiam através do movimento de uma peça. Apesar da similaridade com o zipper moderno, essa invenção tinha falhas em seu design, permitindo que as roupas abrissem ou não fechassem apropriadamente.

Somente em 1912, um engenheiro sueco foi capaz de criar um zipper realmente eficiente. O projeto dele previa pequenos dentes capazes de se unirem perfeitamente, criando um fechamento de precisão. Dessa maneia, surgiu o zipper da maneira que nós conhecemos.


Se gostou, por favor, deixa uma curtida! (=





Compartilhe este artigo!